Palestrante | Professora | Autora | CEO da OrigemRh

Semana passada tive a oportunidade de participar do Mind Summit 2025 com palestrantes incríveis. Em estilos diferentes, cada um trouxe uma mensagem importante sobre bem-estar e saúde mental nas empresas. Esse encontro reforçou o que já estava evidente: estamos percebendo um aumento significativo da preocupação com o bem-estar e saúde mental nas organizações, bem como…

A Norma Regulamentadora nº 1 destaca a importância de gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho, essencial para a saúde mental dos colaboradores. A transformação requer a atuação integrada de líderes, organizações e colaboradores, reconhecendo suas interdependências. Uma abordagem colaborativa e empática é fundamental para criar um ambiente saudável e produtivo.

Na palestra na Veracel Celulose S/A, a autora compartilha experiências sobre vulnerabilidade na liderança. A interação com Guilherme Bara, um deficiente visual, proporcionou aprendizados sobre empatia, desaceleração e inclusão. Refletiu sobre como líderes poderiam adaptar-se às necessidades da equipe, promovendo um ambiente mais colaborativo e compreensivo.

A virtualização das relações distanciou as pessoas da reflexão moral e da presença mental. Embora a multitarefa traga facilidades, ela prejudica a saúde mental, criando um ambiente em que ‘fazer’ prevalece sobre ‘ser’. A segurança psicológica depende da presença verdadeira de todos, ressaltando a importância de conexões autênticas.

Promover um ambiente psicologicamente seguro é crucial para a accountability, mas um não garante o outro. A segurança psicológica permite a expressão sem medo, enquanto a accountability envolve reconhecer comportamentos e gerar soluções. O equilíbrio entre esses elementos é essencial para o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis nas organizações.

O artigo aborda os 7 níveis de consciência, enfatizando a importância da transformação pessoal para evoluir além das necessidades do ego. Richard Barrett sugere que, em momentos de crise, como uma pandemia, as ações guiadas por valores coletivos e empatia são essenciais. A verdadeira evolução ocorre quando nossas necessidades se tornam desejos altruístas.

O texto explora o significado de pedir desculpas, destacando suas nuances na cultura e na língua. A autora, Julia Gianzanti, reflete sobre a palavra “desculpa”, enfatizando sua associação com a negação de responsabilidade. Propõe que um foco na Accountability, ou responsabilidade, pode promover soluções e crescimento pessoal em vez de culpabilizações.